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	<title>Tsedacá - O propósito da prosperidade</title>
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		<title>Tsedacá – O propósito da prosperidade (parte da conclusão)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) Como visto ao longo deste livro, não se trata de compartilhar apenas uma esmola (no sentido pejorativo de quantia irrisória), mas algo que custe, que signifique algum sacrifício do conforto. Outro aspecto importante é que essa prática de destinar recursos para suprir a necessidade dos miseráveis e dos aflitos deve ser constante, ou, pelo menos, na mesma periodicidade da renda. Se esta é recebida mensal, semanal ou diariamente, que a distribuição aos necessitados seja de igual forma. Não basta doar apenas “de vez em quando”, ajudar só eventualmente alguém que precisa ou então realizar esporadicamente algum trabalho social. Bem pelo contrário, deve-se ter isso como hábito, é o que o apóstolo Paulo chamou de ser “ricos em boas obras”. Sobre o “quanto” compartilhar com os necessitados, foi visto que há vários parâmetros e que, para os cristãos, libertos da lei mosaica, mas sujeitos aos ensinamentos de Cristo, é impossível determinar um percentual fixo. Contudo, Jesus disse que se deve exceder em muito os escribas e os fariseus no cumprimento da vontade de Deus. Então, o ideal é começar fazendo mais do que o mínimo. Às pessoas que pedem orientação, a sugestão é que façam as seguintes contribuições, calculadas sobre a renda: a) 10% &#160;para a Igreja (seja ela qual for), para a manutenção e ampliação da obra; b) 3,33% como primícias (como honra ao Eterno), devendo ser entregues para quem exerce a função de sacerdote sobre sua vida; c) destinar parte relevante da renda para os pobres, podendo ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/tim-marshall-cAtzHUz7Z8g-unsplash-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3395" width="470" height="314" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/tim-marshall-cAtzHUz7Z8g-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/tim-marshall-cAtzHUz7Z8g-unsplash-300x200.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/tim-marshall-cAtzHUz7Z8g-unsplash-768x512.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/tim-marshall-cAtzHUz7Z8g-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/tim-marshall-cAtzHUz7Z8g-unsplash-350x233.jpg 350w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/tim-marshall-cAtzHUz7Z8g-unsplash.jpg 1920w" sizes="(max-width: 470px) 100vw, 470px" /></figure></div>


<p>(&#8230;) </p>



<p>Como visto ao longo deste livro, não se trata de compartilhar apenas uma esmola (no sentido pejorativo de quantia irrisória), mas algo que custe, que signifique algum sacrifício do conforto. Outro aspecto importante é que essa prática de destinar recursos para suprir a necessidade dos miseráveis e dos aflitos deve ser constante, ou, pelo menos, na mesma periodicidade da renda. Se esta é recebida mensal, semanal ou diariamente, que a distribuição aos necessitados seja de igual forma. Não basta doar apenas “de vez em quando”, ajudar só eventualmente alguém que precisa ou então realizar esporadicamente algum trabalho social. Bem pelo contrário, deve-se ter isso como hábito, é o que o apóstolo Paulo chamou de ser “ricos em boas obras”.</p>



<p>Sobre o “quanto” compartilhar com os necessitados, foi visto que há vários parâmetros e que, para os cristãos, libertos da lei mosaica, mas sujeitos aos ensinamentos de Cristo, é impossível determinar um percentual fixo. Contudo, Jesus disse que se deve exceder em muito os escribas e os fariseus no cumprimento da vontade de Deus. Então, o ideal é começar fazendo mais do que o mínimo. Às pessoas que pedem orientação, a<strong> </strong>sugestão é que façam as seguintes contribuições, calculadas sobre a renda: a) 10% &nbsp;para a Igreja (seja ela qual for), para a manutenção e ampliação da obra; b) 3,33% como primícias (como honra ao Eterno), devendo ser entregues para quem exerce a função de sacerdote sobre sua vida; c) destinar parte relevante da renda para os pobres, podendo ser para a ação social da igreja, para algum orfanato, casa de abrigo, asilo, casa de recuperação, cestas básicas etc.; d) estar sempre disponível em ajudar os que pedirem.</p>



<p>Quanto à “parte para os pobres”, isto é, a alínea “c” indicada no parágrafo anterior, o mínimo estabelecido por Deus é de 3,33%,&nbsp;mas os rabinos aumentaram para 10% pelos motivos já explicados. Para os cristãos, que são, ou pelo menos deveriam ser, desapegados dos bens materiais, é salutar que a contribuição seja superior à mínima. Sabe-se que é difícil e que, para quase todos, isso exige mudanças na organização familiar. Por isso, uma medida adequada para começar compartilhando com os necessitados é a de 5%, que deve ser aumentada à medida que for possível, seja por estar sendo abençoado, ou mesmo por estar se desapegando das vaidades materiais. Isso porque a prática de ajudar os que padecem tem o incrível efeito de gerar no íntimo a vontade de fazê-lo cada vez mais.</p>



<p>Praticar a tsedacá faz brotar no coração um amor pelos que padecem, e a vontade de trabalhar, de conquistar, de ser vencedor no mundo dos negócios, ganha outra dimensão, pois a vida recebe novo sentido. Se antes de praticar tsedacá havia algum temor de ter dinheiro, agora se começa a sonhar com o que seria possível fazer em favor dos pobres se houvesse mais recursos. O anseio de ser provedor de alguns trabalhos sociais passa a permear o coração: manter casas de abrigo para crianças em situação de risco social; cozinhas sociais para moradores de rua e trabalhadores de baixa renda; projetos que proporcionem reforço escolar para crianças carentes; prover bolsas de estudo&#8230; São tantas as possibilidades e é tão prazeroso ver vidas sendo alcançadas, que a vontade é ser cada vez mais generoso.</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



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<p><strong>Querido leitor,</strong></p>



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<p><strong>Leia ele completo no livro que publiquei, chamado Tsedacá – O propósito da prosperidade.</strong></p>



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<p><strong>Abaixo, coloco os links para facilitar.</strong></p>



<p><strong>Muito obrigado e que Deus te abençoe poderosamente.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tsedacá – Sobre as contribuições para trabalhos sociais</title>
		<link>https://hslima.com/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-parte-do-capitulo-das-contribuicoes-para-trabalhos-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) Escolha livremente onde e como quer ajudar, mas ajude Até o momento, foram abordados os casos de ajudas feitas no plano individual, ou seja, diretamente a quem está padecendo; porém, uma maneira igualmente excelente é contribuir com trabalhos sociais, sejam eles realizados por instituições de caridade ou por ministérios de ação social de igrejas. Os judeus organizam o que eles chamam de “fundos de tsedacá”. Considere esta orientação: Deve a congregação dizimar para os pobres como fazia a Igreja Universal, separando 3,3% de sua renda além dos dízimos que destina ao sustento da congregação e do ministério? E em caso efetivo, deve esse dinheiro ser regido pela tesouraria da chavurah (grupo de estudo), da kehilah (igreja), da Beit (a Sinagoga) ou cada um deve gerir sua própria forma de fazer caridade? Acredito que, caso uma organização decida, ambos os caminhos podem ser válidos. Se uma congregação dispuser de uma instituição de caridade, de apoio a moradores de rua, de recuperação de viciados em drogas, de auxílio a crianças desamparadas, apoio a missões estrangeiras em países pobres etc., ela pode decidir em assembleia que os membros acrescentem essas ofertas e que elas sejam geridas por uma comissão por ela nomeada. Mas esta não é uma obrigação. O membro também pode, como o judaísmo rabínico sugere, escolher qual família pobre ou que criança da própria congregação ele vai ajudar com os estudos ou coisa parecida. Naturalmente não vale escolher o próprio filho, pois um investimento em nossos filhos é, em última [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anna-earl-Odhlx3-X0pI-unsplash-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3400" width="479" height="319" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anna-earl-Odhlx3-X0pI-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anna-earl-Odhlx3-X0pI-unsplash-300x200.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anna-earl-Odhlx3-X0pI-unsplash-768x512.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anna-earl-Odhlx3-X0pI-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anna-earl-Odhlx3-X0pI-unsplash-350x233.jpg 350w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anna-earl-Odhlx3-X0pI-unsplash.jpg 1920w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></figure></div>


<p>(&#8230;)</p>



<p><strong>Escolha livremente onde e como quer ajudar, mas ajude</strong></p>



<p>Até o momento, foram abordados os casos de ajudas feitas no plano individual, ou seja, diretamente a quem está padecendo; porém, uma maneira igualmente excelente é contribuir com trabalhos sociais, sejam eles realizados por instituições de caridade ou por ministérios de ação social de igrejas. Os judeus organizam o que eles chamam de “fundos de tsedacá”. Considere esta orientação:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Deve a congregação dizimar para os pobres como fazia a Igreja Universal, separando 3,3% de sua renda além dos dízimos que destina ao sustento da congregação e do ministério? E em caso efetivo, deve esse dinheiro ser regido pela tesouraria da chavurah (grupo de estudo), da kehilah (igreja), da Beit (a Sinagoga) ou cada um deve gerir sua própria forma de fazer caridade?</em></p><p><em>Acredito que, caso uma organização decida, ambos os caminhos podem ser válidos. Se uma congregação dispuser de uma instituição de caridade, de apoio a moradores de rua, de recuperação de viciados em drogas, de auxílio a crianças desamparadas, apoio a missões estrangeiras em países pobres etc., ela pode decidir em assembleia que os membros acrescentem essas ofertas e que elas sejam geridas por uma comissão por ela nomeada. Mas esta não é uma obrigação. O membro também pode, como o judaísmo rabínico sugere, escolher qual família pobre ou que criança da própria congregação ele vai ajudar com os estudos ou coisa parecida. Naturalmente não vale escolher o próprio filho, pois um investimento em nossos filhos é, em última análise, um investimento em nós mesmos</em>.</p></blockquote>



<p>Dessa forma, cada pessoa tem a liberdade de determinar a maneira como ajudará, se diretamente a quem precisa, se por meio de uma entidade social ou se de ambos os modos. Só o que não vale é deixar de contribuir.</p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Antes, porém, veja se há alguém próximo padecendo</strong></p>



<p>Uma advertência inicial é necessária. Conforme visto no capítulo anterior, é recomendado que o auxílio seja feito primeiro para as pessoas mais próximas e só depois aos fundos destinados às boas obras. Do contrário, estará aumentando o sofrimento ao saberem que auxilia os que estão distantes em detrimento delas, que às vezes precisam igualmente ou até mais. Sobre isso, o apóstolo Paulo disse: “&#8230; se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel” (1Tm 5:8). Na obra judaica do período medieval, Sefer Chassidim, há essa pertinente ilustração: <a></a><a href="#_msocom_2">[RLM2]</a>&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Quando ignoramos os nossos parentes pobres, dando a outras pessoas em vez de dar a eles, tal ato não se denomina “tsedacá”.</em></p><p><em>Um homem rico costumava doar dinheiro para o fundo de tsedacá da comunidade e pediu ao administrador do mesmo que o distribuísse entre os pobres. Ora, tal homem rico tinha um irmão pobre; na realidade, todos os seus parentes eram necessitados. O rabino disse ao homem: “O dinheiro que você distribuiu entre os pobres mediante o fundo de tsedacá não foi tsedacá. Pelo contrário, ele causou tze’akah, ‘pranto’, aos seus parentes. É bem melhor que você dê tal soma a seu irmão carente e aos seus parentes necessitados.” Sefer Chassidim 324</em>.</p></blockquote>



<p>Se esse não for o caso, isto é, não tiver pessoas padecendo necessidades básicas na família ou no convívio próximo e se a igreja onde congrega dedica pouca ou nenhuma atenção à assistência aos necessitados, então o ideal é destinar as contribuições a trabalhos sociais vinculados a outras igrejas ou mesmo para entidades filantrópicas, como, por exemplo, casas de acolhimento a crianças em situação de risco, casas de recuperação de dependentes químicos, de apoio a idosos ou moradores em situação de rua, cozinhas sociais etc.</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><strong>Querido leitor,</strong></p>



<p><strong>Você está gostando deste texto?</strong></p>



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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://hslima.com/livro/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-3a-edicao-revista-e-ampliada/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3330" width="309" height="349" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg 906w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-266x300.jpeg 266w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-768x868.jpeg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-310x350.jpeg 310w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55.jpeg 1133w" sizes="(max-width: 309px) 100vw, 309px" /></a></figure></div>


<p><strong>Abaixo, coloco os links para facilitar.</strong></p>



<p><strong>Muito obrigado e que Deus te abençoe poderosamente.</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Tsedacá – Como entregar ofertas e ajudas pessoais</title>
		<link>https://hslima.com/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-parte-do-capitulo-como-entregar-a-tsedaca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) Não envergonhe o oprimido O princípio que rege a forma de dar tsedacá é “não envergonhar o pobre”, pois se pressupõe que ele já está sendo afligido pelo próprio estado de necessidade e não se deve aumentar ainda mais seu sofrimento. O fundamento está em Provérbios 14:31, que ensina: “O que oprime o pobre insulta aquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado O honra”. Por isso, sempre antes de ajudar alguém que está passando por intensas necessidades, deve-se refletir acerca de qual a maneira de fazê-lo sem causar-lhe constrangimentos. O cuidado para não causar constrangimento é tão importante que, na doutrina judaica, relata-se que alguns grandes sábios do Talmude “[&#8230;] embalavam moedas em um lençol e as carregavam nos seus ombros, para que os pobres fossem até eles e as pegassem, de forma que não ficassem envergonhados”. Honre até os mais carentes, todos são feitos à semelhança de Deus Porém, mais do que ajudar sem constrangimento, melhor ainda será se conseguir honrar a pessoa ajudada. Em primeiro lugar por sua própria condição de ser a imagem e semelhança do Criador, mas também por aquilo que está revelado no Salmo 109:31, de que Deus está ao lado direito do pobre: “[&#8230;] Ele se põe à direita do pobre, para salvá-lo daqueles que o caluniam”. Faça-o louvar o teu nome Como já visto, o Salmo 74:21 recomenda: “Oh, não volte envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado”. E em qual situação o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/austin-kehmeier-lyiKExA4zQA-unsplash-edited.jpg" alt="" class="wp-image-3407" width="391" height="313" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/austin-kehmeier-lyiKExA4zQA-unsplash-edited.jpg 1920w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/austin-kehmeier-lyiKExA4zQA-unsplash-edited-300x240.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/austin-kehmeier-lyiKExA4zQA-unsplash-edited-1024x819.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/austin-kehmeier-lyiKExA4zQA-unsplash-edited-768x614.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/austin-kehmeier-lyiKExA4zQA-unsplash-edited-1536x1229.jpg 1536w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/austin-kehmeier-lyiKExA4zQA-unsplash-edited-350x280.jpg 350w" sizes="(max-width: 391px) 100vw, 391px" /></figure></div>


<p>(&#8230;)</p>



<p><strong>Não envergonhe o oprimido</strong></p>



<p>O princípio que rege a forma de dar tsedacá é “não envergonhar o pobre”, pois se pressupõe que ele já está sendo afligido pelo próprio estado de necessidade e não se deve aumentar ainda mais seu sofrimento. O fundamento está em Provérbios 14:31, que ensina: “O que oprime o pobre insulta aquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado O honra”. Por isso, sempre antes de ajudar alguém que está passando por intensas necessidades, deve-se refletir acerca de qual a maneira de fazê-lo sem causar-lhe constrangimentos.</p>



<p>O cuidado para não causar constrangimento é tão importante que, na doutrina judaica, relata-se que alguns grandes sábios do Talmude “[&#8230;] embalavam moedas em um lençol e as carregavam nos seus ombros, para que os pobres fossem até eles e as pegassem, de forma que não ficassem envergonhados”.</p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Honre até os mais carentes, todos são feitos à semelhança de Deus</strong></p>



<p>Porém, mais do que ajudar sem constrangimento, melhor ainda será se conseguir honrar a pessoa ajudada. Em primeiro lugar por sua própria condição de ser a imagem e semelhança do Criador, mas também por aquilo que está revelado no Salmo 109:31, de que Deus está ao lado direito do pobre: “[&#8230;] Ele se põe à direita do pobre, para salvá-lo daqueles que o caluniam”.</p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Faça-o louvar o teu nome</strong></p>



<p>Como já visto, o Salmo 74:21 recomenda: “Oh, não volte envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado”. E em qual situação o oprimido voltará envergonhado? Quando pedir ajuda e não a receber, ou quando a receber, mas o doador agir de maneira que ele se sinta ainda mais diminuído. Por isso, o recomendado é, além de ajudar,&nbsp; dizer “muito obrigado” por ter aceitado a ajuda. Mesmo porque, ao entregar a tsedacá, o maior beneficiado não é quem recebe, mas quem entrega.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>[&#8230;] É proibido reprovar severamente ou levantar a voz para uma pessoa carente, pois o seu coração está partido e humilhado; eis que [Sl 51:19] declara: “Um coração partido e humilhado, Deus não desprezará.” Ai daquele que envergonha os pobres! Ao contrário, devemos ser como pais para eles, demonstrando-lhes compaixão e falando-lhes, conforme [Jó 29:16] explica: “Eu sou um pai para o destituído”.</em></p></blockquote>



<p></p>



<p><strong>Algumas orientações pertinentes</strong> </p>



<p>No judaísmo há todo um detalhamento com as regras de como entregar tsedacá, e os ensinamentos do filósofo judaico Maimônides são referência nesse assunto:</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><strong>Querido leitor,</strong></p>



<p><strong>Você está gostando deste texto?</strong></p>



<p><strong>Leia ele completo no livro que publiquei, chamado Tsedacá – O propósito da prosperidade.</strong></p>



<p><strong>Se você comprar, estará me ajudando e ainda me incentivando a escrever cada vez mais.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://hslima.com/livro/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-3a-edicao-revista-e-ampliada/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3330" width="315" height="356" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg 906w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-266x300.jpeg 266w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-768x868.jpeg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-310x350.jpeg 310w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55.jpeg 1133w" sizes="(max-width: 315px) 100vw, 315px" /></a></figure></div>


<p><strong>Abaixo, coloco os links para facilitar.</strong></p>



<p><strong>Muito obrigado e que Deus te abençoe poderosamente.</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tsedacá – Quem pode receber ofertas sociais e ajudas pessoais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:39:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) Contudo, diante de um cenário de recursos limitados, antes de estabelecer critérios sobre quem&#160; receberá ajuda, é importante ter sempre o cuidado para não se transmitir uma mensagem de falta de amor ao próximo e, assim, causar danos não só a quem pede, mas inclusive a quem deveria estender a mão. O principal alerta é: não seja rigoroso, criterioso ou exigente; lembre-se de que Deus usará com você o mesmo padrão que você utilizar com quem lhe pedir auxílio. Em outras palavras, é você quem forjará a medida que o Senhor usará para retribuir suas atitudes. Os rabinos ensinam: No céu, o comportamento com as pessoas é “medida por medida”. Se alguém for escrupuloso e exigente, somente dando tsedacá a indivíduos que mereçam, o Céu apenas lhe concederá Suas bênçãos caso ele as mereça [&#8230;] (ênfase acrescentada). Portanto, endurecer o coração com demasiadas exigências para que alguém se enquadre no conceito de “carente” é absolutamente contrário ao que ensina a Bíblia, visto que ela orienta a agir com liberalidade. Dureza de coração e generosidade são atitudes inconciliáveis. O salmista disse: “Oh, não volte envergonhado o aflito; louvem o teu nome o aflito e o necessitado” (Sl 74:21). Quando o aflito volta envergonhado? Quando ele pede, mas acaba ouvindo um “não”. E quando seu nome é louvado? Quando ele ouve um “sim”. Portanto, cuidado ao julgar se determinada pessoa está verdadeiramente precisando ou não de ajuda. Se errar, você será o maior prejudicado por conta da rigorosa medida que estabeleceu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/joel-muniz-A4Ax1ApccfA-unsplash-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3410" width="461" height="307" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/joel-muniz-A4Ax1ApccfA-unsplash-1-1024x683.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/joel-muniz-A4Ax1ApccfA-unsplash-1-300x200.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/joel-muniz-A4Ax1ApccfA-unsplash-1-768x512.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/joel-muniz-A4Ax1ApccfA-unsplash-1-1536x1024.jpg 1536w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/joel-muniz-A4Ax1ApccfA-unsplash-1-350x233.jpg 350w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/joel-muniz-A4Ax1ApccfA-unsplash-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 461px) 100vw, 461px" /></figure></div>


<p>(&#8230;)</p>



<p>Contudo, diante de um cenário de recursos limitados, antes de estabelecer critérios sobre quem&nbsp; receberá ajuda, é importante ter sempre o cuidado para não se transmitir uma mensagem de falta de amor ao próximo e, assim, causar danos não só a quem pede, mas inclusive a quem deveria estender a mão. O principal alerta é: não seja rigoroso, criterioso ou exigente; lembre-se de que Deus usará com você o mesmo padrão que você utilizar com quem lhe pedir auxílio. Em outras palavras, é você quem forjará a medida que o Senhor usará para retribuir suas atitudes. Os rabinos ensinam:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em><strong>No céu, o comportamento com as pessoas é “medida por medida”</strong>.<strong> </strong>Se alguém for escrupuloso e exigente, somente dando tsedacá a indivíduos que mereçam, o Céu apenas lhe concederá Suas bênçãos caso ele as mereça [&#8230;] (ênfase acrescentada).</em></p></blockquote>



<p>Portanto, endurecer o coração com demasiadas exigências para que alguém se enquadre no conceito de “carente” é absolutamente contrário ao que ensina a Bíblia, visto que ela orienta a agir com liberalidade. Dureza de coração e generosidade são atitudes inconciliáveis. O salmista disse: “Oh, não volte envergonhado o aflito; louvem o teu nome o aflito e o necessitado” (Sl 74:21). Quando o aflito volta envergonhado? Quando ele pede, mas acaba ouvindo um “não”. E quando seu nome é louvado? Quando ele ouve um “sim”. Portanto, cuidado ao julgar se determinada pessoa está verdadeiramente precisando ou não de ajuda. Se errar, você será o maior prejudicado por conta da rigorosa medida que estabeleceu e que será usada em seu desfavor, como se lê a seguir:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Quando nós não julgamos a pessoa pobre, Hashem também não nos julga. Aquele que dá ao pobre sem se preocupar se este é, ou não, um pecador, recebe fartura do céu, sem que seja averiguado se ele merece tal fartura (Brit Olam al Sefer Chassadim le Ha Chida, Chessed le Avraham).</em></p><p><em>E quando o indivíduo precisa de algum tipo de salvação, mas não possui méritos, do céu enviam a ele uma pessoa pobre que também não possui mérito algum, de forma que, por meio da ajuda que dará a ela, tal indivíduo também seja auxiliado do céu (extraído de Tsemach David).</em></p></blockquote>



<p>Desse modo, se é para existir algum critério para decidir quem receberá ajuda, nunca pode ser se a pessoa é santa ou pecadora – mesmo porque já foi visto que se Deus usar esse critério conosco, jamais receberemos algo Dele – mas apenas, e com cuidado, se está realmente precisando.</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><strong>Querido leitor,</strong></p>



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<p><strong>Leia ele completo no livro que publiquei, chamado Tsedacá – O propósito da prosperidade.</strong></p>



<p><strong>Se você comprar, estará me ajudando e ainda me incentivando a escrever cada vez mais.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://hslima.com/livro/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-3a-edicao-revista-e-ampliada/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3330" width="315" height="356" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg 906w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-266x300.jpeg 266w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-768x868.jpeg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-310x350.jpeg 310w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55.jpeg 1133w" sizes="(max-width: 315px) 100vw, 315px" /></a></figure></div>


<p><strong>Abaixo, coloco os links para facilitar.</strong></p>



<p><strong>Muito obrigado e que Deus te abençoe poderosamente.</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Quem tem obrigação de ajudar os necessitados (Tsedacá)?</title>
		<link>https://hslima.com/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-parte-do-capitulo-quem-deve-praticar-tsedaca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) Até o momento foi visto que ajudar os necessitados é algo fundamental para todos, especialmente para os cristãos. Também foi abordado o quanto dos rendimentos se espera que seja destinado para esse fim e as consequências para quem efetivamente cumpre esse mandamento. Doravante, convém adentrar em detalhes de como praticar essa obrigação que, no começo, pode até ensejar um sentimento de peso, mas que, em pouco tempo, revela-se imensamente prazerosa, especialmente quando se consegue observar os resultados na vida das pessoas alcançadas. Aliás, para ajudar aliviar um pouco o sentimento de pesar que alguns mais apegados aos bens materiais podem experimentar por terem compreendido que é obrigação ajudar generosamente os pobres, isto é, não apenas com esmolas ou quantias irrisórias (proporcionalmente aos rendimentos), vale registrar um comentário do rabino Eliezer Shemtov, em que apresenta uma maneira diferente de enxergar a tsedacá: Há quem veja a tsedacá como um imposto, ou como um ônus do qual tentam se safar com o mínimo possível. Mas eu sempre disse que há outra maneira de encará-la: Deus te dá 90% de comissão para administrar 10% de tsedacá&#8230; Até que eu mencionei isto a meu amigo Michel Cohen, que me disse estar errado com os números. É claro que aquele que fica com 90% de tudo daquilo que possui, na verdade recebe 900% daquilo que dá [&#8230;][1] Segundo essa ótica, deve-se considerar não o quanto se está “doando”, mas o quanto se está recebendo de Deus. CONTINUA&#8230; Querido leitor, Você está gostando deste texto? [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/eye-for-ebony-zQQ6Y5_RtHE-unsplash-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-3437" width="401" height="300" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/eye-for-ebony-zQQ6Y5_RtHE-unsplash-1024x768.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/eye-for-ebony-zQQ6Y5_RtHE-unsplash-300x225.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/eye-for-ebony-zQQ6Y5_RtHE-unsplash-768x576.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/eye-for-ebony-zQQ6Y5_RtHE-unsplash-1536x1152.jpg 1536w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/eye-for-ebony-zQQ6Y5_RtHE-unsplash-600x450.jpg 600w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/eye-for-ebony-zQQ6Y5_RtHE-unsplash-460x345.jpg 460w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/eye-for-ebony-zQQ6Y5_RtHE-unsplash-350x263.jpg 350w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/eye-for-ebony-zQQ6Y5_RtHE-unsplash.jpg 1920w" sizes="(max-width: 401px) 100vw, 401px" /></figure></div>


<p>(&#8230;)</p>



<p>Até o momento foi visto que ajudar os necessitados é algo fundamental para todos, especialmente para os cristãos. Também foi abordado o quanto dos rendimentos se espera que seja destinado para esse fim e as consequências para quem efetivamente cumpre esse mandamento. Doravante, convém adentrar em detalhes de como praticar essa obrigação que, no começo, pode até ensejar um sentimento de peso, mas que, em pouco tempo, revela-se imensamente prazerosa, especialmente quando se consegue observar os resultados na vida das pessoas alcançadas.</p>



<p>Aliás, para ajudar aliviar um pouco o sentimento de pesar que alguns mais apegados aos bens materiais podem experimentar por terem compreendido que é obrigação ajudar generosamente os pobres, isto é, não apenas com esmolas ou quantias irrisórias (proporcionalmente aos rendimentos), vale registrar um comentário do rabino Eliezer Shemtov, em que apresenta uma maneira diferente de enxergar a tsedacá:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Há quem veja a tsedacá como um imposto, ou como um ônus do qual tentam se safar com o mínimo possível. Mas eu sempre disse que há outra maneira de encará-la: Deus te dá 90% de comissão para administrar 10% de tsedacá&#8230; Até que eu mencionei isto a meu amigo Michel Cohen, que me disse estar errado com os números. É claro que aquele que fica com 90% de tudo daquilo que possui, na verdade recebe 900% daquilo que dá [&#8230;]<a href="#_ftn1">[1]</a></em></p></blockquote>



<p>Segundo essa ótica, deve-se considerar não o quanto se está “doando”, mas o quanto se está recebendo de Deus.</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><strong>Querido leitor,</strong></p>



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<p><strong>Se você comprar, estará me ajudando e ainda me incentivando a escrever cada vez mais.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://hslima.com/livro/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-3a-edicao-revista-e-ampliada/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3330" width="287" height="325" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg 906w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-266x300.jpeg 266w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-768x868.jpeg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-310x350.jpeg 310w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55.jpeg 1133w" sizes="(max-width: 287px) 100vw, 287px" /></a></figure></div>


<p><strong>Abaixo, coloco os links para facilitar.</strong></p>



<p><strong>Muito obrigado e que Deus te abençoe poderosamente.</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O exemplo do jovem John Davison Rockefeller</title>
		<link>https://hslima.com/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-parte-do-capitulo-um-exemplo-interessante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) O jovem e generoso John Mas o grande exemplo a ser citado é o do batista John Davison Rockefeller, seguramente um dos homens mais ricos do mundo moderno. Em valores atualizados, até o ano de 2006, ele teria algo em torno de 664 bilhões de dólares americanos, ou seja, muitas vezes mais do que os maiores bilionários da atualidade: Bill Gates, Warren Buffett, Jeff Bezos. Chamam a atenção duas informações extraídas do livro de Ron Chernow sobre a vida desse homem: a primeira de que, desde o humilde início de sua carreira, quando “[&#8230;] o total de seus primeiros três meses de salário foi de US$50, já era adepto da filantropia, doando 6% do que ganhava à caridade, aumentando para 10% aos vinte anos’’; e a segunda de que “A riqueza de Rockefeller cresceu junto com suas doações [&#8230;]’’. Essas informações são confirmadas por Peter J. Johnson, historiador e associado da família Rockefeller, que acrescenta que sua mãe, Eliza Davidson Rockefeller, “[&#8230;] foi uma mulher muito devota, que educou os seus filhos de acordo com os preceitos cristãos’’. Ele afirma também o seguinte: E uma parte significativa do seu rendimento continuou a ser dedicado ao que poderia ser denominado de “caridade” &#8211; ainda não tinha se tornado filantropia. De 1855 até 1890, ele doou quase que exclusivamente para organizações da Igreja Batista nos EUA. Isto não era incomum. As pessoas tendem a doar para as organizações das quais elas se sentem parte. Além disso, não havia muitas organizações seculares [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anne-nygard-v5mEr9CfG18-unsplash-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3422" width="505" height="337" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anne-nygard-v5mEr9CfG18-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anne-nygard-v5mEr9CfG18-unsplash-300x200.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anne-nygard-v5mEr9CfG18-unsplash-768x512.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anne-nygard-v5mEr9CfG18-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anne-nygard-v5mEr9CfG18-unsplash-350x233.jpg 350w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/anne-nygard-v5mEr9CfG18-unsplash.jpg 1920w" sizes="(max-width: 505px) 100vw, 505px" /></figure></div>


<p>(&#8230;)</p>



<p><strong>O jovem e generoso John</strong></p>



<p>Mas o grande exemplo a ser citado é o do batista John Davison Rockefeller, seguramente um dos homens mais ricos do mundo moderno. Em valores atualizados, até o ano de 2006, ele teria algo em torno de 664 bilhões de dólares americanos, ou seja, muitas vezes mais do que os maiores bilionários da atualidade: Bill Gates, Warren Buffett, Jeff Bezos.</p>



<p>Chamam a atenção duas informações extraídas do livro de Ron Chernow sobre a vida desse homem: a primeira de que, desde o humilde início de sua carreira, quando “[&#8230;] o total de seus primeiros três meses de salário foi de US$50, já era adepto da filantropia, doando 6% do que ganhava à caridade, aumentando para 10% aos vinte anos’’; e a segunda de que “A riqueza de Rockefeller cresceu junto com suas doações [&#8230;]’’.</p>



<p>Essas informações são confirmadas por Peter J. Johnson, historiador e associado da família Rockefeller, que acrescenta que sua mãe, Eliza Davidson Rockefeller, “[&#8230;] foi uma mulher muito devota, que educou os seus filhos de acordo com os preceitos cristãos’’. Ele afirma também o seguinte:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>E uma parte significativa do seu rendimento continuou a ser dedicado ao que poderia ser denominado de “caridade” &#8211; ainda não tinha se tornado filantropia. De 1855 até 1890, ele doou quase que exclusivamente para organizações da Igreja Batista nos EUA. Isto não era incomum. As pessoas tendem a doar para as organizações das quais elas se sentem parte. Além disso, não havia muitas organizações seculares para as quais doar dinheiro.</em></p><p><em>Além de rico, JDR tinha se tornado muito famoso. Cartas pedindo assistência financeira transbordavam em seu gabinete. Havia malas enormes cheias de cartas que o acompanhavam em diferentes lugares e ele tentava ler cada carta, avaliar o pedido, e enviar dinheiro quando oportuno. Mas foi ficando cada vez mais difícil para ele realizar este trabalho sozinho.</em></p></blockquote>



<p>No livro <em>Como evitar preocupações e começar a viver</em>, no capítulo “Histórias verdadeiras”, Dale Carnegie nos conta mais detalhes daquilo que foi feito por esse homem:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Nunca houve antes, durante toda a história, nada que se assemelhasse, sequer remotamente, à Fundação Rockefeller. É uma coisa única. Rockefeller sabia que em toda parte do mundo há generosas iniciativas de homens de visão. Fazem-se pesquisas; fundam-se universidades; médicos lutam no combate à doença &#8211; mas tais obras altruísticas morrem, demasiado frequentemente, por falta de fundos. Resolveu ajudar esses pioneiros da humanidade &#8211; não “levá-los pela mão”, mas dar-lhes algum dinheiro, ajudando-os a que se ajudassem a si próprios. Hoje, você e eu podemos agradecer a John D. Rockefeller os milagres da penicilina e de dezenas de outras descobertas que o seu dinheiro ajudou a financiar. Você pode agradecer-lhe pelo fato de seus filhos não morrerem mais de meningite cérebro-espinhal, doença que costumava matar quatro em cada cinco crianças atacadas. E pode também agradecer-lhe pelos progressos feitos quanto à malária e tuberculose, ou a gripe e difteria, e a muitas outras enfermidades que ainda afligem a humanidade.</em></p></blockquote>



<p>É importante citar os feitos de Rockefeller porque ele é um dos casos de alguém que não esperou ser rico e ter dinheiro sobrando para só então compartilhar com as obras sociais. Desde a época em que recebia um salário irrisório, já praticava o princípio. Calcula-se que ele doou cerca de US$ 540 milhões ao longo da vida e que morreu com cerca de US$ 1,4 bilhão. Numa conta superficial, nota-se que generosamente ofertou por volta de 1/3 daquilo que acumulou. Se a fortuna dele atualizada até 2006 representava cerca de US$ 664 bilhões, então, proporcionalmente, distribuiu para projetos sociais em torno de US$ 256 bilhões, ou 5,12 vezes o patrimônio de Bill Gates em 2006, o homem mais rico do mundo naquele ano, segundo a Forbes. Ele frequentemente declarava se basear na orientação de John Wesley sobre ganhar o máximo, gastar o mínimo e doar o que pudesse.</p>



<p>Há muita crítica acerca do rumo espiritual que a Família Rockefeller tomou a partir dos descendentes desse patriarca. John Davidson Rockefeller, porém, nasceu numa família de recursos modestos e buscou viver uma vida cristã, principalmente por causa de sua mãe, que, muito religiosa, transmitiu-lhe sua devoção. Aparentemente, ele não conseguiu passar para seus filhos o mesmo temor a Deus que tinha inicialmente. Por outro lado, analisando a intensidade com que a família continua fazendo doações multimilionárias e, às vezes, bilionárias, percebe-se que, pelo menos no que diz respeito às finanças, aprenderam o princípio de conservar o seu patrimônio e fazê-lo crescer. Ao contrário de outros descendentes que perderam as fortunas, os Rockefeller conseguiram conservar o seu poderio financeiro.</p>



<p>A razão disso, vale observar, é que os princípios divinos são imutáveis e seus desdobramentos não estão vinculados à religiosidade daquele que os observam ou os descumprem. Aliás, é nesse sentido que um famoso escritor da atualidade, John Bevere, assevera:</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



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		<title>Consequência para quem pratica tsedacá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) Tsedacá: prosperidade, fartura, proteção e satisfação Como se nota, não é em uma passagem isolada que Deus garante prosperidade, fartura e proteção para os que ajudam os pobres, tampouco se trata de uma conclusão fruto de uma rebuscada interpretação teológica, muito pelo contrário, é algo escancarado nas Escrituras, fundamentado no princípio da reciprocidade, já tratado em capítulo anterior, segundo o qual Deus retribuirá na medida em que se for bênção na vida daqueles que necessitam, de maneira que cabe a cada um decidir a medida em que quer receber bênçãos: se larga e abundante ou se estreita e escassa. Jesus foi claro nesse sentido: Dai sempre, e recebereis sobre o vosso colo uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante; generosamente vos darão. Portanto, a medida que usares para medir o teu próximo, essa será usada para vos medir (Lc 6:38, BKJ). Assim, não é à toa, e muito menos sem base bíblica, que os sábios da lei judaica insistem que aquele que pratica tsedacá ficará rico e satisfeito, porque também haverá o agradável contentamento e satisfação com aquilo que recebeu de Deus: O dito de nossos sábios “Asser bishvil she titasher” &#8211; “Dê o dízimo para que você enriqueça” &#8211; não se refere à riqueza material, mas à qualidade de ter todas as necessidades atendidas, de modo que nada falte. Pois esse é o aspecto principal da riqueza, que pertence ao lado da Kedushá, conforme está escrito: “Quem é rico? Aquele que está contente com a sua porção” (Pirkei Avot [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/sirisvisual-lcfZmDhQP5g-unsplash-edited.jpg" alt="" class="wp-image-3427" width="357" height="357" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/sirisvisual-lcfZmDhQP5g-unsplash-edited.jpg 1080w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/sirisvisual-lcfZmDhQP5g-unsplash-edited-300x300.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/sirisvisual-lcfZmDhQP5g-unsplash-edited-1024x1024.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/sirisvisual-lcfZmDhQP5g-unsplash-edited-150x150.jpg 150w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/sirisvisual-lcfZmDhQP5g-unsplash-edited-768x768.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/sirisvisual-lcfZmDhQP5g-unsplash-edited-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 357px) 100vw, 357px" /></figure></div>


<p>(&#8230;)</p>



<p><strong>Tsedacá: prosperidade, fartura, proteção e satisfação</strong></p>



<p>Como se nota, não é em uma passagem isolada que Deus garante prosperidade, fartura e proteção para os que ajudam os pobres, tampouco se trata de uma conclusão fruto de uma rebuscada interpretação teológica, muito pelo contrário, é algo escancarado nas Escrituras, fundamentado no princípio da reciprocidade, já tratado em capítulo anterior, segundo o qual Deus retribuirá na medida em que se for bênção na vida daqueles que necessitam, de maneira que cabe a cada um decidir a medida em que quer receber bênçãos: se larga e abundante ou se estreita e escassa. Jesus foi claro nesse sentido:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Dai sempre, e recebereis sobre o vosso colo uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante; generosamente vos darão. Portanto, a medida que usares para medir o teu próximo, essa será usada para vos medir (Lc 6:38, BKJ)</em>.</p></blockquote>



<p>Assim, não é à toa, e muito menos sem base bíblica, que os sábios da lei judaica insistem que aquele que pratica tsedacá ficará rico e satisfeito, porque também haverá o agradável contentamento e satisfação com aquilo que recebeu de Deus:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>O dito de nossos sábios “Asser bishvil she titasher” &#8211; “Dê o dízimo para que você enriqueça” &#8211; não se refere à riqueza material, mas à qualidade de ter todas as necessidades atendidas, de modo que nada falte. Pois esse é o aspecto principal da riqueza, que pertence ao lado da Kedushá, conforme está escrito: “Quem é rico? Aquele que está contente com a sua porção” (Pirkei Avot 4:1) (Meor Enaim, Parashat Re’eh).</em></p></blockquote>



<p>O rabino David Weitman lembra que o único mandamento em que Deus permite ser testado é no caso do cumprimento da tsedacá, quando se receberá bênçãos até dizer “basta”. Ao prefaciar a obra <em>As leis de tsedacá e maasser</em>, ele reforça essa verdade, citando o Talmude:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Os nossos Sábios (Shabat 32b) adicionam: “Até que seus lábios se cansem de falar basta”. Ou ainda: “Dê o dízimo e assim irás enriquecer”, garantem nossos Sábios (Taanit 9a, Shabat 119a).</em></p></blockquote>



<p>Entre os cristãos, a promessa do livro de Malaquias 3:10 é bem conhecida; porém, apesar de normalmente ser relacionada somente ao tradicional dízimo, não há qualquer razão para excluir dessa promessa o dízimo aos pobres:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.<br></em><br></p></blockquote>



<p>Nas igrejas cristãs o dízimo tem sido entendido apenas como referência à devolução de parte do rendimento para a igreja a fim de que seja sustentada a pregação do Evangelho. A questão do dízimo aos pobres tem sido pouco ou nada questionado então. Mas, com base em tudo o que vimos estudando até aqui, a promessa de Deus não se aplica apenas a um tipo de dízimo. Um exemplo disso é a pluralidade da palavra dízimo (“todos os dízimos”).</p>



<p>O rabino Shimon Taub explica que a razão de Deus permitir ao homem testá-Lo nisso é que ele definitivamente será rico, então não há problema em prová-Lo. E aponta, ainda, outro motivo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Outra razão é que, como é geralmente muito difícil que a pessoa reparta seu dinheiro, a Torá permitiu-lhe testar Hashem no que tange a dar maasser para garantir que aquela pessoa haverá de ajudar o pobre.</em></p></blockquote>



<p>Enfim, a Bíblia está repleta de passagens em que Deus garante bênçãos de prosperidade, fartura, proteção e satisfação aos que praticarem a ajuda aos necessitados. Por fim, vale lembrar que é uma prosperidade “muito excelente”, pois não traz angústia e preocupações, mas descanso e plena satisfação, porque “A bênção do Senhor é que enriquece; e não traz consigo dores” (Pv &nbsp;10:22).</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



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		<title>Quanto destinar para a ajuda ao próximo (tsedacá)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:22:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) Após refletir individualmente sobre a necessidade do desapego e da organização financeira, vale a pena refletir também sobre o que há de indicações sobre como deve ser a vida de caridade dos cristãos. C. S. Lewis argumenta: Eu não acredito que seja possível estabelecer o que devemos dar em termos quantitativos. Temo que a única regra segura seja de dar mais do que sobra. Em outras palavras, se as nossas despesas com conforto, luxos e diversão são equivalentes ao padrão do mundo entre os que ganham o mesmo tanto que nós, provavelmente estamos dando muito pouco. Se as nossas doações não nos causarem aperto ou embaraço, devo dizer que elas são demasiado pequenas. Então deve haver coisas que gostamos de fazer, mas não podemos por causa das nossas despesas com caridade. Estou me referindo agora à “caridade” no sentido comum. Casos particulares de necessidades e aflições vividas pelos próprios parentes, amigos, vizinhos ou empregados, que Deus, por assim dizer, nos força a notar podem exigir mais ainda: até mesmo para debilitar ou pôr em risco a nossa própria posição (ênfase acrescentada). Ou seja, o cristão sincero aprenderá a viver com pouco para que substanciais investimentos sejam feitos em obras sociais. A entrega, portanto, deve ser no nível de até mesmo, se preciso for, sofrer restrições financeiras que impeçam de realizações materiais pessoais uma vez que a contribuição para o serviço ao próximo é a prioridade. Convém sempre lembrar o princípio básico da tsedacá: o dinheiro não pertence aos seres [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/elaine-casap-qgHGDbbSNm8-unsplash-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3419" width="466" height="310" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/elaine-casap-qgHGDbbSNm8-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/elaine-casap-qgHGDbbSNm8-unsplash-300x200.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/elaine-casap-qgHGDbbSNm8-unsplash-768x512.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/elaine-casap-qgHGDbbSNm8-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/elaine-casap-qgHGDbbSNm8-unsplash-350x233.jpg 350w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/elaine-casap-qgHGDbbSNm8-unsplash.jpg 1920w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></figure></div>


<p>(&#8230;)</p>



<p>Após refletir individualmente sobre a necessidade do desapego e da organização financeira, vale a pena refletir também sobre o que há de indicações sobre como deve ser a vida de caridade dos cristãos. C. S. Lewis argumenta:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Eu não acredito que seja possível estabelecer o que devemos dar em termos quantitativos. Temo que a única regra segura seja de dar mais do que sobra. Em outras palavras, se as nossas despesas com conforto, luxos e diversão são equivalentes ao padrão do mundo entre os que ganham o mesmo tanto que nós, provavelmente estamos dando muito pouco. Se as nossas doações não nos causarem aperto ou embaraço, devo dizer que elas são demasiado pequenas. Então <strong>deve haver coisas que gostamos de fazer, mas não podemos por causa das nossas despesas com caridade. </strong>Estou me referindo agora à “caridade” no sentido comum. Casos particulares de necessidades e aflições vividas pelos próprios parentes, amigos, vizinhos ou empregados, que Deus, por assim dizer, nos força a notar podem exigir mais ainda: até mesmo para debilitar ou pôr em risco a nossa própria posição (ênfase acrescentada).</em></p></blockquote>



<p>Ou seja, o cristão sincero aprenderá a viver com pouco para que substanciais investimentos sejam feitos em obras sociais. A entrega, portanto, deve ser no nível de até mesmo, se preciso for, sofrer restrições financeiras que impeçam de realizações materiais pessoais uma vez que a contribuição para o serviço ao próximo é a prioridade.</p>



<p>Convém sempre lembrar o princípio básico da tsedacá: o dinheiro não pertence aos seres humanos, pois estes são meros mordomos do Dono do Universo, ao qual prestarão contas do que fizeram com o que lhe foi confiado. Wesley insiste: “‘Mas eu não posso fazer o que eu quero com o meu dinheiro?’. Aqui está o fundamento de seu engano. Ele não é de vocês. Ele não pode ser, exceto se vocês forem o Senhor dos céus e terra”. Thimoty Keller também aborda de maneira clara essa ideia:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>O mordomo de um grande patrimônio tinha uma vida confortável e aproveitava os frutos de seu trabalho, porém jamais cometia o erro de achar que a riqueza sob seus cuidados lhe pertencia. Sua incumbência era gerenciá-la de modo que agradasse o proprietário e fosse justo com os outros servos.</em></p></blockquote>



<p>Como se observa, existem alguns caminhos possíveis sobre o quanto dedicar para a assistência aos pobres: &nbsp;1) o do Antigo Testamento, de 3,33%; 2) o dos rabinos, de 10 a 20%; 3) o de John Wesley, de ganhar o máximo, gastar o mínimo e doar todo o restante e 4) o de C. S. Lewis, de dar não apenas o que está sobrando, mas o que obriga a sacrificar parte do conforto por amor ao próximo.</p>



<p>Em todos eles, um princípio deve ser observado: dar generosamente e com boa vontade. É o que ensina Jonathan Edwards: “Deus nos dá a direção de como devemos dar em tal caso, fartura e de bom grado. Devemos dar generosamente e suficientemente para a necessidade do pobre”.</p>



<p>Apenas um caminho não encontra fundamento na Palavra de Deus: a inércia. A omissão em “pôr a mão no bolso” em favor dos pobres é um dos desdobramentos da avareza, que tem origem na idolatria.</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



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<p><strong>Querido leitor,</strong></p>



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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://hslima.com/livro/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-3a-edicao-revista-e-ampliada/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3330" width="339" height="383" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg 906w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-266x300.jpeg 266w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-768x868.jpeg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-310x350.jpeg 310w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55.jpeg 1133w" sizes="(max-width: 339px) 100vw, 339px" /></a></figure></div>


<p><strong>Abaixo, coloco os links para facilitar.</strong></p>



<p><strong>Muito obrigado e que Deus te abençoe poderosamente.</strong></p>
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		<title>É obrigação ofertar valores para ajudar os pobres?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) Ter dinheiro não é problema, desde que ajude quem padece A prosperidade material, a abundância de dinheiro e as riquezas não são pecado. Na verdade, o dinheiro é neutro. É tal como a televisão ou a internet, depende de como é usado. Sem dúvida que, como dito anteriormente, o teste da riqueza é bastante difícil, e Jesus confirmou isso, pois é muito grande o risco de se tornar apegado aos bens materiais. Nisso a prática da tsedacá é fundamentalmente útil, porque, quando&#160; se passa a dar atenção em suprir as necessidades dos desvalidos, tira-se o foco do próprio “eu”, &#160;&#160;e isso ajuda a diminuir o egoísmo. Uma pessoa pode ter milhões de dólares em patrimônio e não ser avarenta, porque investiu também milhões em ajuda aos pobres e nas obras do Reino de Deus. Essa pessoa é um mordomo, porque, sem reter e sem deixar de ajudar quem padece, apenas desfruta daquilo que Deus lhe confiou, pois sabe, inclusive, que foi Ele quem deu a capacidade para conquistar a posição que alcançou. Independentemente da controvérsia se o que Jesus contou sobre Lázaro e o Rico (Lc 16) foi um acontecimento real ou apenas uma parábola, o fato é que Ele ensinou uma lição em absoluta concordância com a transmitida na parábola do Bom Samaritano. Ao contrário do que pode parecer, a intenção não foi condenar o dinheiro, mas a forma como ele é utilizado, porque é isso que importa. O pecado não foi o homem ser rico, porém errou [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/neil-thomas-SIU1Glk6v5k-unsplash-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3403" width="471" height="314" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/neil-thomas-SIU1Glk6v5k-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/neil-thomas-SIU1Glk6v5k-unsplash-300x200.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/neil-thomas-SIU1Glk6v5k-unsplash-768x512.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/neil-thomas-SIU1Glk6v5k-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/neil-thomas-SIU1Glk6v5k-unsplash-350x233.jpg 350w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/neil-thomas-SIU1Glk6v5k-unsplash.jpg 1920w" sizes="(max-width: 471px) 100vw, 471px" /></figure></div>


<p>(&#8230;)</p>



<p><strong>Ter dinheiro não é problema, desde que ajude quem padece</strong></p>



<p>A prosperidade material, a abundância de dinheiro e as riquezas não são pecado. Na verdade, o dinheiro é neutro. É tal como a televisão ou a internet, depende de como é usado. Sem dúvida que, como dito anteriormente, o teste da riqueza é bastante difícil, e Jesus confirmou isso, pois é muito grande o risco de se tornar apegado aos bens materiais.</p>



<p>Nisso a prática da tsedacá é fundamentalmente útil, porque, quando&nbsp; se passa a dar atenção em suprir as necessidades dos desvalidos, tira-se o foco do próprio “eu”, &nbsp;&nbsp;e isso ajuda a diminuir o egoísmo. Uma pessoa pode ter milhões de dólares em patrimônio e não ser avarenta, porque investiu também milhões em ajuda aos pobres e nas obras do Reino de Deus. Essa pessoa é um mordomo, porque, sem reter e sem deixar de ajudar quem padece, apenas desfruta daquilo que Deus lhe confiou, pois sabe, inclusive, que foi Ele quem deu a capacidade para conquistar a posição que alcançou.</p>



<p>Independentemente da controvérsia se o que Jesus contou sobre Lázaro e o Rico (Lc 16) foi um acontecimento real ou apenas uma parábola, o fato é que Ele ensinou uma lição em absoluta concordância com a transmitida na parábola do Bom Samaritano. Ao contrário do que pode parecer, a intenção não foi condenar o dinheiro, mas a forma como ele é utilizado, porque é isso que importa. O pecado não foi o homem ser rico, porém errou ao ser avarento e omisso ao não ajudar Lázaro, preferindo viver exclusivamente para seu próprio conforto. Tal como no caso do sacerdote e do levita da parábola do Bom Samaritano, a falta de amor ao próximo fez com que o rico fosse condenado por não ter ajudado Lázaro, mesmo tendo amplas condições de fazê-lo.</p>



<p>Jesus falou que sempre haverá pobres (Jo 12:8), o que significa que ninguém, por mais bem-intencionado e rico que seja, conseguirá extinguir a pobreza do mundo. Contudo, isso não pode ser justificativa para deixar de efetivamente fazer algo para ajudar. Ambas as parábolas revelam a mesma obrigação: expressar misericórdia ao próximo por meio de atitudes que supram as necessidades dos que padecem.</p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Ajudar os pobres fazia parte do cotidiano de Jesus e seus discípulos</strong></p>



<p>O pastor Luciano Subirá, na pregação “Brilhe a sua Luz: As boas obras (Parte 2)”<a href="#_ftn1">[1]</a>, faz uma inteligente comparação entre santidade e boas obras (referindo-se às obras de caridade). Explica que, apesar de a santidade não salvar, ninguém ousa ser displicente com essa característica da vida cristã, a fim de não colocar em risco a própria salvação. Ele lembra que o mesmo raciocínio deve ser aplicado às boas obras, pois, se fomos salvos para elas, deveríamos ter a preocupação de praticá-las, assim como temos de buscar uma vida longe do pecado. A partir do Evangelho de João, o Pr. Subirá ainda apresenta uma revelação importante. Alguns discípulos, ao ouvirem Jesus dizer a Judas para realizar depressa aquilo que estava para fazer, somente conseguiram pensar em duas opções: o apóstolo deveria comprar o necessário para a festa ou dar algo aos pobres. Eis o que está em João 13:27-29:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Tão logo Judas comeu o pão, foi possuído por Satanás. “O que você está para fazer, faça depressa”, disse-lhe Jesus. Mas ninguém à mesa entendeu por que Jesus lhe disse isso. Visto que Judas era o encarregado do dinheiro, alguns pensaram que Jesus estava lhe dizendo que comprasse o necessário para a festa, ou que <strong>desse algo aos pobres</strong> (ênfase acrescentada).</em></p></blockquote>



<p>Essa passagem evidencia que dar de comer a quem tem fome era uma característica marcante no ministério de Jesus. Do contrário, numa situação como essa, em que Ele não disse abertamente o que era para ser feito, os discípulos não teriam cogitado essa alternativa, conclui o referido pastor.</p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Deve haver empenho na prática das boas obras</strong></p>



<p>O apóstolo Paulo insistia que houvesse efetivo empenho na prática das boas obras, não apenas um envolvimento superficial. Ele orienta o discípulo Timóteo a ordenar aos ricos que pratiquem as boas obras, pois assim, consequentemente, alcançarão a verdadeira vida:</p>



<p><a>Ordene</a><a href="#_msocom_2">[AT2]</a>&nbsp; aos que são ricos no presente mundo que não sejam arrogantes, nem ponham sua esperança na incerteza da riqueza, mas em Deus, que de tudo nos provê ricamente, para a nossa satisfação. <strong>Ordene-lhes </strong>que pratiquem o bem, <strong>sejam ricos em boas obras</strong>, generosos e prontos para repartir. Dessa forma, eles acumularão um tesouro para si mesmos, um firme fundamento para a era que há de vir, e assim alcançarão a verdadeira vida (1 Tm 6:17-19,ênfase acrescentada).</p>



<p>Da mesma forma escreveu a Tito, dizendo que Jesus Cristo se entregou para libertar da iniquidade e para purificar para si um povo especial, que tinha, ou que deve ter, a seguinte característica: ser “zeloso de boas obras”:</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><strong>Querido leitor,</strong></p>



<p><strong>Você está gostando deste texto?</strong></p>



<p><strong>Leia ele completo no livro que publiquei, chamado Tsedacá – O propósito da prosperidade.</strong></p>



<p><strong>Se você comprar, estará me ajudando e ainda me incentivando a escrever cada vez mais.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://hslima.com/livro/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-3a-edicao-revista-e-ampliada/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3330" width="332" height="375" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg 906w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-266x300.jpeg 266w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-768x868.jpeg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-310x350.jpeg 310w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55.jpeg 1133w" sizes="(max-width: 332px) 100vw, 332px" /></a></figure></div>


<p><strong>Abaixo, coloco os links para facilitar.</strong></p>



<p><strong>Muito obrigado e que Deus te abençoe poderosamente.</strong></p>
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		<title>Qual o princípio celestial que fundamenta a ajuda aos necessitados (tsedacá)?</title>
		<link>https://hslima.com/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-parte-do-capitulo-fundamento-celestial-da-tsedaca-a-reciprocidade-do-ceu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[H. S. Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 11:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tsedacá - O propósito da prosperidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(&#8230;) Os céus agem com os seres humanos segundo o princípio da “medida por medida”, chamado no judaísmo de “midá kenégued midá”, tratando-os na mesma proporção que se comportam com os semelhantes. Jesus não apenas abordou essa realidade, mas alertou e insistiu sobre ela, pois espera que as atitudes com o próximo sejam abundantes em amor. Agindo dessa maneira, abre-se o canal para receber dos céus o mesmo tratamento e em igual medida. O critério é a reciprocidade. Deixar de ajudar alguém porque sua história de vida revela que foi negligente, preguiçosa, displicente ou porque talvez tenha desperdiçado oportunidades ou mesmo tenha sido mal caráter pode até fazer sentido segundo a ótica humana; contudo, não é essa a vontade de Deus, pois Ele quer que no relacionamento entre suas criaturas haja larga medida de bondade, generosidade e misericórdia, as verdadeiras expressões de amor. É assim que as pessoas almejam ser tratadas pelo Pai celestial, e é assim que Ele quer tratar Seus filhos. Qualquer um que analisar a própria condição espiritual e tentar compará-la com a santidade de Deus, será forçado a reconhecer que está proporcionalmente muito mais afastado Dele do que de qualquer ser humano que possa ter pecado gravemente. Mas, apesar das dificuldades de o ser humano alcançar a santidade, isto é, a perfeição longe do pecado, e permanecer nela, as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã. Assim, porque ama e quer abençoar, o Pai tem uma atitude que representa um equilíbrio perfeito entre justiça e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/ian-dooley-DuBNA1QMpPA-unsplash-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3416" width="486" height="324" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/ian-dooley-DuBNA1QMpPA-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/ian-dooley-DuBNA1QMpPA-unsplash-300x200.jpg 300w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/ian-dooley-DuBNA1QMpPA-unsplash-768x512.jpg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/ian-dooley-DuBNA1QMpPA-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/ian-dooley-DuBNA1QMpPA-unsplash-350x233.jpg 350w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/ian-dooley-DuBNA1QMpPA-unsplash.jpg 1920w" sizes="(max-width: 486px) 100vw, 486px" /></figure></div>


<p>(&#8230;)</p>



<p>Os céus agem com os seres humanos segundo o princípio da “medida por medida”, chamado no judaísmo de “midá kenégued midá”, tratando-os na mesma proporção que se comportam com os semelhantes. Jesus não apenas abordou essa realidade, mas alertou e insistiu sobre ela, pois espera que as atitudes com o próximo sejam abundantes em amor. Agindo dessa maneira, abre-se o canal para receber dos céus o mesmo tratamento e em igual medida. O critério é a reciprocidade.</p>



<p>Deixar de ajudar alguém porque sua história de vida revela que foi negligente, preguiçosa, displicente ou porque talvez tenha desperdiçado oportunidades ou mesmo tenha sido mal caráter pode até fazer sentido segundo a ótica humana; contudo, não é essa a vontade de Deus, pois Ele quer que no relacionamento entre suas criaturas haja larga medida de bondade, generosidade e misericórdia, as verdadeiras expressões de amor. É assim que as pessoas almejam ser tratadas pelo Pai celestial, e é assim que Ele quer tratar Seus filhos.</p>



<p>Qualquer um que analisar a própria condição espiritual e tentar compará-la com a santidade de Deus, será forçado a reconhecer que está proporcionalmente muito mais afastado Dele do que de qualquer ser humano que possa ter pecado gravemente. Mas, apesar das dificuldades de o ser humano alcançar a santidade, isto é, a perfeição longe do pecado, e permanecer nela, as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã. Assim, porque ama e quer abençoar, o Pai tem uma atitude que representa um equilíbrio perfeito entre justiça e bondade: delega ao próprio ser humano a tarefa de forjar a medida que Ele usará para retribuir suas atitudes, ou seja, propõe o livre-arbítrio na&nbsp; maneira como o homem agirá com o próximo. Desse modo, ser generoso e abundante em ajudar quem precisa, independentemente de qualquer merecimento, possibilita receber do céu igual tratamento.</p>



<p>A respeito disso, a sabedoria judaica ensina que “[&#8230;] no céu, o comportamento com as pessoas é medida por medida. Se alguém for escrupuloso e exigente, somente dando tsedacá a indivíduos que a mereçam, o Céu apenas lhe concederá as Suas bênçãos caso ele as mereça. [&#8230;]”<a href="#_ftn1">[1]</a></p>



<p>Nessa mesma perspectiva, o Rabino Chaim Tsanzer expressa esse princípio:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Rabi Chaim Tsanzer vivia para a tsedacá, e a distribuía fartamente. Uma vez, ele deu uma quantia considerável a <em>alguém que mostrou ser um impostor. Isso magoou muito os seus chassidim, e eles perguntaram ao rebe o porquê de ele ter dado tsedacá a essa pessoa indigna. [&#8230;] Rabi Chaim Tsanzer concluiu: “Enquanto eu não for excessivamente seletivo quanto aos receptores da minha tsedacá, eu poderei esperar que Hashem seja misericordioso e generoso para com alguém tão indigno quanto eu.<a href="#_ftn2">[2]</a></em></p></blockquote>



<p>Não foi por menos que o profeta Obadias afirmou: “Como fizeste ao teu próximo, assim se fará contigo; o teu feito retornará sobre a tua própria cabeça!’’ (Ob 1:15).</p>



<p>Jesus também tratou dessa reciprocidade.</p>



<p>Em Mateus 6:12, Jesus ensina a orar ao Pai, dizendo: “[&#8230;] perdoa-nos as nossas ofensas, assim como nós temos perdoado aos nossos ofensores”. Essas palavras demonstram claramente que o perdão será recebido na “mesma medida” em que for liberado. Equivale a dizer, por exemplo, que se alguém perdoa, mas não quer mais relacionar-se com quem a ofendeu, está pedindo a Deus que a perdoe por seus pecados, mas que também não faz questão de relacionar-se com Ele.</p>



<p>Um pouco mais adiante, Ele reforça, explicando: “Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados, e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão a vós” (Mt 7:2). É nítida a correlação. Quem recusa ajudar um necessitado por achar que ele não é digno, recebe de Deus assistência segundo o mesmo critério. Portanto, se quiser receber DEle bondade e generosidade, é dessa forma que deve agir com quem precisa de ajuda.</p>



<p>A doutrina judaica compartilha a seguinte <a>história</a>&nbsp; sobre esse princípio:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Rabi Zusha respondeu: “Veja você, meu filho, o Todo-Poderoso conduz-se conosco conforme nós nos conduzimos com os outros. Enquanto você esteve disposto a ajudar na manutenção de alguém tão indigno quanto Zusha, Hashem também se comportou generosamente contigo, fosse você merecedor, ou não, de tais bênçãos. Mas uma v<em>ez que você se tornou seletivo e exigente, passando a ajudar somente o maior dos tsadikim, o Todo-Poderoso reagiu à altura, tornando-se mais seletivo, escolhendo apenas os recipientes mais dignos de sua generosidade” [&#8230;] <a href="#_ftn3">[3]</a> </em></p></blockquote>



<p>Não é apenas no judaísmo que essa realidade é ensinada. Jonathan Edwards, famoso teólogo e filósofo do século XVIII, lembra que:</p>



<p><strong>CONTINUA&#8230;</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><strong>Querido leitor,</strong></p>



<p><strong>Você está gostando deste texto?</strong></p>



<p><strong>Leia ele completo no livro que publiquei, chamado Tsedacá – O propósito da prosperidade.</strong></p>



<p><strong>Se você comprar, estará me ajudando e ainda me incentivando a escrever cada vez mais.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://hslima.com/livro/tsedaca-o-proposito-da-prosperidade-3a-edicao-revista-e-ampliada/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3330" width="344" height="389" srcset="https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-906x1024.jpeg 906w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-266x300.jpeg 266w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-768x868.jpeg 768w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55-310x350.jpeg 310w, https://hslima.com/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-17.03.55.jpeg 1133w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a></figure></div>


<p><strong>Abaixo, coloco os links para facilitar.</strong></p>



<p><strong>Muito obrigado e que Deus te abençoe poderosamente.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>
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